O cão chega perto, fareja e segue adiante. O texto não explica por que ele não ataca.
A causa atribuída à feiura pertence ao pensamento do patinho. A passagem é irônica porque aquilo que sempre provocou sofrimento aparece, na interpretação dele, como proteção momentânea.
Mais importante: a fala mostra o preconceito já interiorizado. Ele passou a enxergar a si mesmo com os olhos de quem o agrediu.
O fato é que o cão foi embora; a explicação é uma interpretação do personagem.
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